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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Reivindicações da ACCI são atendidas no novo Plano Diretor de Iguatu

Após debate recente realizado na Câmara de Vereadores, ACCI tem suas reivindicações aprovadas por meio das modificações que serão feitas ao Plano Diretor Participativo de Iguatu.


    A ACCI - Associação dos Construtores Civis de Iguatu havia participado recentemente de uma reunião na Câmara de Vereadores para discutir os problemas ocasionados mediante aprovação de ementas as Leis de Parcelamento do Solo e de Uso e Ocupação do solo do município, naquela ocasião foi mostrado aos edis o que as mudanças na Taxa de ocupação do solo e no Limite de desmembramento por quadra de loteamentos representaria para a classe dos construtores e foi solicitado que fosse feito uma ementa a lei, adequando-a de fato a realidade local.
    Em virtude de tal mobilização, ontem ocorreu uma reunião com a participação dos representantes da ACCI, o Secretário Adjunto de Meio Ambiente e Urbanismo, Laelton Alencar e o Representante do prefeito Agenor Neto,Aderilo Filho. Na ocasião foram debatidos quais melhores indicadores para taxa de ocupação do solo e para desdobro de lotes seriam mais adequados ao município e chegou-se a um consenso que beneficiará toda a população de Iguatu e não prejudicará a classe dos construtores que vem fazendo um papel fundamental na geração de emprego, renda e geração de tributos para o município, com melhoria na Taxa de ocupação do solo e no Limite de desmembramento por quadra de loteamentos suficientes para que o povo tenha moradias dignas.
    
    Os indicadores que resultaram da reunião realizada ontem, foram apresentados hoje na III Conferência de modificações ao plano Diretor Participativo de Iguatu, onde foram debatidas as Leis de Parcelamento do Solo e de Uso e Ocupação do Solo, sendo as proposições resultantes da reunião aprovadas por maioria dos votos dos delegados presentes.
    Na ocasião foram revisados vários outros indicadores que vão contribuir significativamente para o desenvolvimento da área da construção civil em Iguatu, tendo a ACCI uma participação marcante na discussão das modificações propostas.
     Para o presidente da ACCI, Elenilton Lopes, as modificações em ambas as leis foram bastante positivas e servirão de alicerce para o desenvolvimento da Área da Construção Civil em Iguatu: " Fiquei bastante satisfeito, pois a apreensão que os construtores civis estavam sentido em relação ao tema, pôde ser encerrada com as modificações nestas duas leis além do fato de a nossa entidade ter tido uma participação fundamental para este resultado,vamos esperar agora a aprovação das modificações nas leis por parte da Câmara de Vereadores, onde todos os vereadores são conhecedores das nossas necessidades".

sexta-feira, 30 de março de 2012

Prefeitura promoverá discussão sobre as Leis de Parcelamento e Uso e Ocupação do Solo








   A prefeitura de Iguatu promoverá na próxima segunda-feira, 02/04/2012 a III conferência de aprovação da revisão do plano Diretor Participativo do município.

   
    Na ocasião, serão debatidas as modificações em duas leis fundamentais para o crescimento do município, que são a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Lei Nº. 714/2001) e a Lei de Parcelamento do Solo (Lei Nº. 714/2001).

    Foram feitas ementas a estas leis, através do poder legislativo municipal, no mês de Dezembro de 2011 e a ACCI - Associação dos Construtores Civis de Iguatu vinha pedindo a modificação dos índices ora estabelecidos nas ementas, haja vista prejudicar bastante o setor, fazendo inclusive manifestação na câmara de vereadores para que as alterações propostas fossem avaliadas com urgência por aquela casa.

   Com a conferência marcada, a ACCI vê como positiva a sua participação recente da Câmara de Vereadores, já que agora tanto a Associação como toda a sociedade terão oportunidade de opinar, já que o plano diretor é "participativo".
    
    No que se refere a participação da sociedade no evento, o presidente da ACCI esteve participando hoje pela manhã do programa "Bom dia Centro-Sul" do jornalista Honório Barbosa para convidar todos os construtores de Iguatu como também toda a sociedade, já que ambas as leis são de interesse de toda a população: " A participação de todos os construtores do município neste evento é importantíssimo, pois lá estaremos representados através da ACCI para mesclar as idéias de todos os construtores,lançarmos nossas propostas e discutir os temas propostos pela prefeitura", ressaltando ainda que a sociedade muitas vezes é prejudicada por não requer participar das discussões: "Depois das leis estarem aprovadas, não adianta chorar o leite derramado".

quinta-feira, 15 de março de 2012

ACCI debate prejuízos com as recentes modificações na Lei de Parcelamento do solo na Câmara Municipal de Iguatu

       

    


   Os integrantes da ACCI - Associação dos construtores Civis de Iguatu, estiveram presentes juntamente com inúmeros operários da construção civil na Reunião da Câmara de Vereadores de Iguatu na última Quinta-Feira, 15/03 para discutir as recentes mudanças na lei de parcelamento do solo do Município, que foi alterada pelas ementas Nº 1.600 e 1.601/2011 de 15/12/2011 aprovadas pelo poder legislativo.
    O presidente da ACCI, Elenilton Lopes destacou que dois pontos da lei, se permacerem como aprovados, prejudicarão e muito a classe dos construtores, são eles: Diminuição na taxa de ocupação do solo, que é o percentual que pode ser construído em um lote, e limite de desmembramentos por quadra em loteamentos antigos.

 
Operários acompanham o desfecho das discussões

Em relação ao segundo ponto modificado na lei de parcelamento do solo, que foi  o limite de desmembramentos por quadra em loteamentos antigos, o presidente destacou que este ponto prejudica muito a classe: “ Este ponto prejudica muito a nossa classe, pois como em Iguatu praticamente não se abrem loteamentos novos, tínhamos no desmembramento de lotes em loteamentos antigos uma forma de baratear o nosso insumo principal e mais oneroso que é o terreno, já que em loteamentos antigos em especial existe terrenos com lotes grandes e passíveis de desmembramento”, citando ainda  que não vê nenhum impedimento técnico e urbanístico que impeça o aumento deste percentual.
Sobre estes dois pontos, o presidente pediu que a Câmara juntamente com a Secretaria de Urbanismo faça uma ementa a lei de parcelamento do solo o mais breve possível e repassou um oficio para todos os vereadores com os indicadores almejados pela classe, que foram fruto de reunião realizada na ACCI com a participação de vários construtores do município.

O presidente da ACCI fez questão de frizar em seu discurso que a classe dos construtores civis injetaram na economia do município de Iguatu aproximadamente R$ 24.000.000,00 através de construções financiadas pela Caixa no ano de 2011, arrecadando um total de tributos para o município de aproximadamente R$ 800.000,00 e gerando aproximadamente 850 empregos diretos, pedindo ao Vereador João Lázaro, como um dos líderes do governo, para que o prefeito olhe com bons olhos para a classe dos construtores e que possa ser realizada audiência com o mesmo para tratar dos problemas pertinentes a classe, citando o exemplo do convênio para pavimentação que foi firmado em 2011 onde a PMI entraria com contrapartida nas pavimentações que fossem executadas pela ACCI nas vias públicas e que infelizmente não foi efetivado pois os projetos apresentados não foram analisados, ressaltando que esta audiência já foi solicitada desde Janeiro. 

Os vereador Mario Rodrigues enalteceu a importância da classe no nosso município, ressaltando que os construtores empregam o equivalente a 50% da Dakota, unica fábrica de grande porte sediada na cidade e solicitou ao presidente em exercício da casa, Ronald Bezerra, que a matéria tenha prioridade e celeridade, haja visto as circunstancias envolvidas, propondo que a matéria seja apreciada já na próxima sessão. 
O vereador João Lázaro se comprometeu em tentar providenciar um audiência com o Prefeito para que sejam discutidas as demandas da classe logo que o mesmo esteja no município.

segunda-feira, 5 de março de 2012

ACCI realiza discussão interna sobre as modificações na lei de parcelamento do solo de Iguatu

A Associação dos construtores civis de Iguatu promoveu no último dia 01/03/2012 um debate sobre as recentes modificações aprovadas a Lei de Parcelamento do Solo de Iguatu.  Tais modificações foram feitas através das leis Nº 1600 e 1601, aprovadas pela Câmara Municipal de Iguatu em 15/12/2011.
   
   Dentre as principais modificações alguns pontos prejudicam os construtores diretamente, um deles é a taxa de ocupação que foi modificada para no máximo 65% nas Zonas de expansão Urbana de Iguatu, outro ponto que preocupa bastante os construtores é o fato de só poder desmembrar no máximo 30% dos lotes de uma quadra para loteamentos aprovados até o ano de 2000.
   
   No momento da discussão das leis aprovadas, todos os associados foram unanimes em reprovar estes dois pontos das leis, pois dificulta o crescimento da classe, já que em Iguatu praticamente não se lançam novos loteamentos por empreendedores daqui ou de outras regiões e o desmembramento de lotes grandes de loteamentos antigos é um forma de tentar baratear o valor do terreno, já a taxa de ocupação influencia pois enquanto em um terreno de 135,00 m²  a Prefeitura aprovava áreas de construção de até 110,00 m² até 2011, com esta nova lei, no mesmo lote com a atual taxa de ocupação só poderá ser construído 87,75 m², essa diminuição influencia em uma diferença de pelo menos R$ 17.000,00 a menos na avaliação da Caixa Econômica. 

   Para o presidente da entidade, Elenilton Lopes, estes pontos precisam sem revistos o mais breve possível e informou que já entrou em contato com o Secretário Adjunto da Secretaria de Urbanismo Laelton Alencar, que foi bastante solícito em tentar rever estes indicadores.
   
   Ainda segundo o presidente, o próximo passo é enviar o resultado da reunião a câmara de vereadores e propor uma nova ementa a lei, de forma que os construtores e principalmente a população não seja prejudicada.

   Estas atitudes por parte ACCI são importantíssimas para o setor dada a significância desta classe no município, pois só no ano de 2011 a classe contribuiu com aproximadamente R$ 800.000,00 (Oitocentos Mil Reais) em tributos para o município e inchertou na economia local aproximadamente R$ 24.000.000,00 (Vinte e quatro milhões de reais).

Fique por dentro:

O que é Taxa de Ocupação?

A Taxa de Ocupação é a relação percentual entre a projeção da edificação e a área do terreno. Ou seja, ela representa a porcentagem do terreno sobre o qual há edificação.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

ACCI comemora 1º ano de Fundação

No último dia 27 de Janeiro de 2012 foi realizado na ACCI – Associação doa Construtores Civis de Iguatu evento em comemoração ao aniversário de um ano de fundação da entidade. 


Várias autoridades estiveram presentes, dentre elas o representante da CEF - Caixa Econômica Federal de Iguatu, Flávio Paulino, os representantes do Poder Legislativo municipal Mário Rodrigues e João Inácio Neto, o representante do Executivo Municipal, Secretário de Urbanismo Laelton Alencar, o representante do CRECI Gilvânio Oliveira, o presidente do Sindilojas Tadeu Rolim dentre outros.
Em seu discurso o presidente da entidade, Elenilton Lopes falou da importância do associativismo na sociedade organizada, pois através da união dos construtores de Iguatu para a formação da ACCI a um ano, vários frutos já foram colhidos, ressaltando a importância dos construtores como fonte de geração de emprego, renda e arrecadação de tributos, pois só no ano de 2011 foi injetado no mercado de Iguatu através venda de imóveis novos financiados pela Caixa  e construídos por pequenos construtores aproximadamente R$ 24.000.000,00 (Vinte e quatro milhões de reais) e uma arrecadação de impostos para o município de aproximadamente R$ 800.000,00 (Oitocentos Mil Reais).
O presidente falou ainda sobre a importância de parcerias efetivas com o município, citando o convênio no valor de R$ 100.000,00 (Cem Mil Reais) firmado em Junho do ano passado entre a PMI e a ACCI que não teve recursos liberados, pois nenhum dos projetos apresentados ao executivo teve aprovação em seis meses de tramite. O convênio teria por objetivo dar uma contrapartida para pavimentação de vias públicas onde a ACCI pavimentasse “Dentre as nossas metas para este ano estão a aprovação de um novo convênio que possa ter realmente recursos liberados através da PMI para pavimentação, bem como ver com o executivo municipal uma forma da secretaria de desenvolvimento econômico incentivar a abertura de novos loteamentos em Iguatu, pois o povo está sendo bastante prejudicado com o inflacionamento de lotes, beirando não haver viabilidade de construir imóveis novos para vender em Iguatu já que o preço dos terrenos é exorbitante em função de não haver a abertura de novos loteamentos” ressaltou o presidente.
Durante a apresentação foi repassado um vídeo com as ações realizadas em 2011 bem como as metas para o 1º semestre de 2012 que são:
Campanha através da mídia para maior divulgação da associação;
Qualificação dos profissionais que trabalham com associados através de treinamento com engenheiro;
Treinamento para os profissionais com  técnicos de empresa fornecedora de cerâmica;
 Projeto cinema na associação;
Aquisição de sede própria;
 Incentivar ingresso de novos associados;
 Buscar a renovação da aprovação de projeto de lei para pavimentação através da ACCI com contrapartida da PMI;
Buscar junto a PMI incentivo para abertura de novos loteamentos através da secretaria de desenvolvimento econômico.

   No final do evento houve um momento de confraternização para todos os presentes.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Conferência debate readequação ao Plano Diretor de Iguatu

   No último dia 13 de Dezembro a Sociedade Civil Organizada esteve reunida com o núcleo Gestor do Plano Diretor Participativo para revisar o Plano Diretor de Iguatu no auditório da Escola de Música Humberto Teixeira.

   Vários pontos importantes foram tratados e discutidos entre os representantes das entidades de classe e a Associação dos Construtores Civis de Iguatu (ACCI) participou ativamente, representada por seu Diretor Presidente Elenilton Lopes.

   A participação da ACCI teve como resultado a aprovação de uma emenda ao projeto de Lei do Plano diretor que reduz de 40% para 10% o pagamento de alvará, Habite-se e ISS para construções onde o alvará já tenha sido emitido mas que  o prazo expirou de construção e o contribuinte não conseguiu concluir a obra.

   O presidente da ACCI considerou como positiva a participação, já que assuntos de interesse de alguns setores não foram melhor discutidos já que estes setores não tinham representantes presentes: " Vejo como muito positiva a nossa participação como entidade organizada, pois várias emendas foram apresentadas a assuntos relacionados a nossa classe, enquanto alguns setores como o de postos de combustíveis por exemplo, tiveram emendas sugeridas e aprovadas que sequer houve discussão pelos presentes, já não havia representação da classe" , declarou Lopes.

Financiamento imobiliário deve saltar 45%

Expectativa é que mais de 70% de R$ 160 bi em crédito no ano que vem sejam direcionados para imóveis novos
São Paulo. Quem pensa em comprar, construir ou reformar imóvel terá à disposição R$ 160 bilhões em crédito no ano que vem. A estimativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) é 45,4% superior à projeção inicial da entidade para fechar 2011, de R$ 110 bilhões. Os números consideram recursos oriundos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A expectativa da Cbic é que mais de 70% desses recursos disponíveis serão direcionados para imóveis novos.

Sem crise
Segundo a entidade, a crise internacional não afetará a estimativa positiva do mercado, já que não há sinais de crise bancária no Brasil. Até outubro, já foram financiados R$ 65 bilhões com recursos da poupança, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Já os financiamentos que utilizaram dinheiro depositado no FGTS totalizavam R$ 27,2 bilhões até novembro. Juntos, os recursos somam R$ 92,2 bilhões e podem ultrapassar a previsão inicial da Cbic para 2011. Na avaliação do professor do curso de administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Paulo Roberto Faria, ainda existe espaço para o aumento do crédito. Enquanto o financiamento imobiliário corresponde a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, outros países, como Chile e Espanha, registram uma relação crédito/PIB de dois dígitos.

Recursos limitados
No entanto, os recursos da poupança e do FGTS para os financiamentos são limitados, o que dificulta uma expansão ainda maior do crédito imobiliário. Esse problema já é discutido pelo setor, que busca encontrar outros recursos para futuros financiamentos.

"A previsão para o crédito é uma tendência natural do setor. Mas temos um sinal amarelo em relação ao cenário externo e não sabemos qual será seu verdadeiro impacto, que pode influenciar o mercado de trabalho e, consequentemente, o setor imobiliário", destaca Faria.

Em relação aos preços dos imóveis, o presidente da assessoria imobiliária Consult Imóveis, Eduardo Coelho, diz que os valores já bateram no teto. Para ele, haverá uma estabilização dos preços. "Quem pesquisar e achar um bom negócio não deve esperar porque o preço não deve cair", afirma.

Em relação aos juros para a compra da casa própria, a expectativa de Faria é que eles não sofram grandes variações em 2012 e devem se manter estáveis no curto prazo. Coelho orienta que o consumidor deve procurar entre os bancos a melhor taxa. "Um cliente antigo com bom histórico pode conseguir uma boa negociação", explica o presidente da Consult.

A Caixa Econômica Federal responde pela maioria dos financiamentos imobiliários e não trabalha com um cenário de redução do volume de crédito para os próximos anos. O banco estima emprestar, só em 2012, cerca de R$ 100 bilhões.

Participação
5% é a relação entre o crédito imobiliário e o PIB no Brasil, enquanto em outros países, como Chile e Espanha, alcança dois dígitos


Fonte: Diário do Nordeste

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Imóveis: crédito beira R$ 1 bi



De janeiro a novembro, foram emprestados pelo banco R$ 996 milhões no Estado para a compra da casa própria
O volume de aplicações da Caixa Econômica Federal em crédito imobiliário segue em expansão e deverá, neste ano, superar todo o montante emprestado em 2010. De janeiro até o início de novembro, a instituição financeira financiou mais de R$ 996 milhões para a compra de imóveis. Já em todo o ano passado, foi aplicado aproximadamente R$ 1 bilhão.

A cifra emprestada em 2011 favoreceu 13.500 famílias, que puderam comprar a casa própria. Com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o crescimento foi de 10,5% chegando a casa dos R$ 146 milhões, e com origem do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) foram aplicados R$ 479 milhões, um incremento de 18%.

Volume no Brasil
No País, o volume de recursos cresceu ainda mais. Se em 2010, os R$ 76 bilhões em crédito habitacional já tinham sido recordes; em 2011, a cifra deverá ser maior. A expectativa é de que se atinja o patamar de R$ 90 bilhões, em 1,2 milhão de contratos firmados.

"Ano a ano a Caixa vem batendo recordes históricos. Por tudo isso, o setor da construção civil reconhece como fundamental o seu papel no desenvolvimento da nossa economia", comenta Roberto Sergio Ferreira, presidente do Sinduscon-CE (Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Ceará).

Reconhecimento
A atuação da Caixa em programas e projetos ligados à construção civil no Ceará será reconhecida hoje, quando o presidente do Banco, Jorge Hereda, será homenageado no Prêmio da Construção 2011, que ocorrerá, a partir das 21h, no La Maison Dunas. O executivo será congratulado com o Prêmio de Desenvolvimento Setorial - Troféu Fiec.

Na opinião do presidente do Sinduscon-CE, o setor está crescendo de forma sólida no Estado devido à oferta de crédito imobiliário para trabalhadores e para o setor produtivo, além do controle da inflação e o lançamento de projetos de moradia para a baixa renda. "Somos grandes empregadores de mão-de-obra, e atuamos na redução do déficit habitacional, que somente em Fortaleza chega a 100 mil moradias. Por isso, escolhemos homenagear a Caixa, que com ações concretas, possibilita a atuação do setor e, consequentemente, investe na qualidade de vida de toda a sociedade", afirma.

Contribuição ao setor
A 10ª edição do Prêmio da Construção também reconhecerá outros nomes que desenvolveram ações em função do desenvolvimento do setor. Quem receberá o troféu de Construtor do Ano será o empresário Carlos Alberto Studart Neto, da Magis. Na categoria Tecnologia e Qualidade na Construção, o congratulado será José Ramalho, do Nutec. Em Resgate Histórico da Construção, o agraciado será o engenheiro Waldyr Diogo. Em Operário do Ano, o homenageado vai ser o mestre de obras da Konnen João Lima dos Santos; e em Responsabilidade Social será a administradora Patricia Nery, da Construtora CRC Engenharia. Este ano também terá como destaque o Troféu Qualidade de Vida, que irá reconhecer a construtora que mais participou das atividades do Programa de Vida do Sinduscon.

MAIS INFORMAÇÕES

A 10ª Edição do Prêmio da Construção acontece hoje, a partir das 21h, no La Maison Dunas; e deverá reunir cerca de 1.300 convidados


Fonte: Diário do Nordeste

Juazeiro vai embargar obras sem acesso para deficientes

A terra do Padre Cícero não oferece condições de acesso para pessoas portadoras de necessidades especiais


Juazeiro do Norte/ Sobral Para promover uma maior mobilidade urbana, a Secretaria de Infraestrutura de Juazeiro do Norte está implantando, em parceria com a Associação Defensora das Pessoas com Mobilidade Reduzida (Andare), um sistema de fiscalização de novas construções. A ação irá notificar e embargar as obras que não obedecerem os padrões de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais.

Atualmente, de acordo com dados estatísticos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Município tem 39.127 pessoas com deficiências. Destas, 17.003 têm limitações físicas, 27.003 visual, 9.755 auditiva e 5.249 intelectual. De acordo com o professor de Educação Física Adaptada, Vicente Matias Cristino, da Universidade de Fortaleza (Unifor) e do Instituto dos Cegos do Ceará, é necessário que a administração municipal realize um estudo de acessibilidade.

Para ele, a acessibilidade da cidade deixa muito a desejar. "Juazeiro não tem linhas guias e a política de inclusão e acessibilidade é praticamente inexistente. Aqui, as pessoas não respeitam os deficientes, não têm profissionais qualificados, material educacional adequado e também falta adequação das escolas. É preciso que seja realizado um estudo sobre o acesso que até agora é pouco inclusivo".

O Município não dispõe de bases práticas ou projetos para otimizar a mobilidade nas áreas já construídas. Existe apenas um projeto em processo de licitação, que irá contemplar os cerca de 60 mil moradores dos bairros Lagoa Seca, Pedrinhas, Limoeiro, Triângulo e Campo Alegre com serviços de drenagem, troca do piso de calçamento para o intertravado, pavimentação asfáltica em locais de linhas do transporte público e readequação de calçadas.

Porém, a medida só será executada a partir do próximo mês de janeiro, com recursos na ordem de R$ 36 milhões que serão financiados pela Caixa Econômica Federal. O prazo para o término da obra é de até 180 meses.

Segundo o secretário de Infraestrutura, Rafael Apolinário, o Município só aprova obras em vias públicas se as mesmas estiverem de acordo com as normas de acessibilidade. Mas, ele diz ainda que não há como reestruturar os locais em que as regras não foram respeitadas. "Não temos como mudar Juazeiro em apenas quatro anos. Já fizemos um projeto para melhorar cinco Bairros da cidade e estamos vendo, junto ao Ministério Público, as possibilidades de conseguir recursos externos para realizar outras obras de acessibilidade", afirma ele.

Devido à expansão urbana desordenada e falta de planejamento, os índices de acessibilidade nas vias públicas de Juazeiro do Norte são considerados insuficientes. Na cidade, há poucos locais com passagem adequada para quem sofre de alguma defasagem psicomotora. A grande dificuldade é a acessibilidade arquitetônica. Faltam rampas de acesso em locais públicos, placas sinalizadoras e semáforos sonoros. Boa parte das calçadas está obstruída com algum tipo de barreira, tais como o comércio ambulante, estacionamento de veículos, postes, escadarias ou até mesmo a apropriação indevida por parte dos donos das residências, que constroem rampas para a passagem de veículos.

Outro desafio para os portadores de deficiência é a comunicação em instituições públicas, que não oferecem intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Além da ausência de professores qualificados para atuar na educação inclusiva, nas escolas da rede pública municipal e das limitações no transporte público. A falta de infraestrutura adequada foi comprovada por alunos do curso de Educação Física que, coordenados pelo professor Vicente Matias Cristino, realizaram vivências nas vias da cidade. De olhos vendados, os estudantes percorreram as ruas e conheceram os obstáculos enfrentados por quem tem algum tipo de limitação psicomotora. O intuito da prática foi despertar nos futuros profissionais a sensibilidade acerca das dificuldades enfrentadas pelas pessoas com limitações sensoriais.

Zona Norte

Já em Sobral, os prédios públicos são acessíveis à maioria dos portadores de necessidades especiais. As agências bancárias também têm rampas e indicativos para a acessibilidade.

O que é uma problemática para a acessibilidade de pessoas especiais são os passeios nas calçadas das principais ruas sobralenses.

Por exemplo, na Avenida Doutor Guarany, logo depois do boulevard do Arco de Nossa Senhora de Fátima, há mais de 20 dias uma tampa boca de lobo está quebrada exatamente no meio do passeio para deficientes físicos. Há bocas de lobo arrancadas em outras avenidas e ruas. Falta também em Sobral táxis e ônibus especiais com portas dotadas de elevadores para cadeirantes. O Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência ganhou sede nova e própria e para ali são levadas as reivindicações do setor.

MAIS INFORMAÇÕES

Prefeitura de Juazeiro do Norte, Rua São Pedro, Centro
Região do Cariri
Telefone: (88) 3566.1044

Yaçanã Neponucena / Lauriberto Braga
Repórteres

REGIÃO DOS INHAMUNS
Crateús segue padrões de adequação

Crateús Houve avanços na promoção de acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência e idosos neste Município. A avaliação é da presidente da Associação das Pessoas com Deficiência de Crateús (Apedec), Regina Gramoza. Há exatamente sete meses, em 25 de abril deste ano, o Caderno Regional publicou reportagem sobre o tema, destacando a falta de acessibilidade em prédios públicos no Estado e enfocou a situação deste Município. Desde então, segundo Regina Gramoza, as condições de acessibilidade melhoraram.

"Temos avanços, embora ainda precisem progredir, mas percebemos boa vontade e concretamente alguns prédios públicos já em melhores condições", ressalta a presidente, citando como exemplo os prédios dos Centros de Referência da Assistência Social (Cras). São três na cidade. Um deles já foi construído dentro dos padrões exigidos, um recebeu ampla reforma e o outro está em vias de começar as adaptações. Aponta ainda a agência da Caixa Econômica Federal, que construiu uma rampa em boas condições e algumas escolas municipais, cujos prédios receberam rampas também em boas condições para cadeirantes e idosos.

O Brasil possui legislação específica sobre acessibilidade. É o decreto lei 5.296, de 2 de dezembro de 2004, também conhecido como Lei de Acessibilidade. O documento estipula prazos e regulamenta o atendimento às necessidades específicas de pessoas com deficiência no que concerne a projetos de natureza arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo, bem como a execução de qualquer tipo de obra com destinação pública ou coletiva. O parágrafo três, do capítulo II, reza que o acesso prioritário às edificações deve seguir os preceitos estabelecidos no referido decreto e nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas técnicas (ABNT).

Sem critérios

Dentro desse contexto, apesar da avaliação positiva, Gramoza lembra que alguns prédios públicos ainda estão aquém das necessidades de acessibilidade, não atendendo aos critérios do decreto. "Alguns até possuem rampas, mas não estão de acordo com as normas da ABNT. Umas são altas, outras estreitas, de difícil locomoção, sem corrimão, enfim, há várias situações", analisa.

De acordo com a coordenadora do Cras, Elisa de Oliveira, nos dois prédios dos Centro as obras foram projetadas atendendo as normas técnicas da ABNT. Além da rampa na entrada, os banheiros e o hall de circulação estão em plenas condições de acessibilidade. Nas três salas novas, cozinha e salas para realização de reuniões e oficinas o acesso foi priorizado.

"A reforma seguiu os padrões da ABNT e todos os prédios novos estão sendo construindo com esses parâmetros, seguindo o decreto. Os prédios já existentes estão sendo reformados dentro das condições de acessibilidade. Estamos preocupados em seguir as normas de forma célere", garante.

A dona de casa Maria Ferreira, de 70 anos, participa de oficinas, palestras e reuniões promovidas pelo Cras I, localizado no Bairro Fátima II, próximo à sua residência, e destaca a recente reforma no órgão.

MAIS INFORMAÇÕES

Apedec - Rua Auton Aragão, 448, São Vicente/ Cras I - Rua Oscar Lopes, 530 - Fátima II - Crateús
Telefone: (88) 3691.5179


Fonte: Diário do Nordeste

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Empréstimo imobiliário turbina lucro da Caixa em 72,5%

A Caixa Econômica Federal viu seu lucro líquido do terceiro trimestre disparar 72,5% na comparação com o mesmo período de 2010, para R$ 1,3 bilhão, movimento apoiado nas concessões de crédito, que cresceram mais que o dobro da média do mercado.

No ano, a instituição acumulou um lucro de R$ 3,6 bilhões até setembro, superando em 47,6% o desempenho do mesmos nove meses do ano passado.

A carteira de empréstimos e financiamentos do banco estatal encerrou setembro com saldo de R$ 227 bilhões, evolução de 39,5% em 12 meses. O crescimento foi superior à média do sistema financeiro, cuja carteira se expandiu 19,6% no mesmo período, de acordo com dados do Banco Central.

O grande destaque foram novamente os empréstimos habitacionais, responsáveis por mais da metade da carteira total da Caixa, que subiram 44,2% sobre o terceiro trimestre de 2010, para R$ 141,2 bilhões.

Já o crédito para empresas avançou 39,3%, a R$ 38,3 bilhões, enquanto os financiamentos para consumo atingiram R$ 33,2 bilhões, um incremento de 26%.

"Foi o crescimento do crédito com qualidade que permitiu à Caixa alcançar esses resultados", disse o presidente da empresa, Jorge Hereda.

SERVIÇOS

A ampliação da base de clientes também favoreceu o resultado ao aumentar as receitas de prestação de serviços.

A Caixa faturou R$ 3,2 bilhões com serviços no trimestre, um acréscimo de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.

O número de contas de micro e pequenas empresas ultrapassou 1 milhão. O número total de clientes atingiu 56,4 milhões, crescendo 8,5%.

O índice de inadimplência da carteira, medido pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias, ficou em 2%, mesmo nível do trimestre imediatamente anterior.

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

O balanço divulgado nesta quarta-feira pela Caixa aponta ainda que o patrimônio líquido consolidado atingiu R$ 18 bilhões em setembro, o que representou avanço de 10,3% em 12 meses.

O PR (Patrimônio de Referência), conceito usado para efeito de requerimento regulamentar de capital, alcançou R$ 37,8 bilhões. Com isso, o Índice de Basiléia, que mede a relação entre o PR e o valor dos ativos ponderados pelo risco, ficou em 13,5%, superior ao mínimo de 11% exigido pelo Banco Central.

Em setembro, a Caixa administrava cerca de R$ 1 trilhão em ativos. Desse total, R$ 507 bilhões eram ativos próprios. Dos R$ 490,5 bilhões restantes destacam-se R$ 280,9 bilhões do FGTS e R$ 149,6 bilhões de fundos de investimento.

Fonte: Folha.com

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Caixa muda exigência sobre pavimentação

   A Caixa Econômica Federal - CEF não cobrará mais pavimentação para o financimento de imóveis com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) na modalidade individual.

   A decisão veio depois de seis meses da polêmica de uma decisão que não condiz com a realidade do Brasil, pois se cobrava pavimentação para o financiamento de imóveis que são construídos na modalidade individual, ou seja, a modalidade em que os construtores financiam toda a construção da obra para posteriormente vender o imóvel financiado com recursos do PMCMV.

   Para o presidente da ACCI - Associação dos Construtores Civis de Iguatu, Elenilton Lopes, afirmou que a decisão veio em boa hora, pois era a decisão mais sensata se tomar: " Essa decisão de cobrar pavimentação colocou um clima de incerteza muito grande no mercado, pois muitos construtores pararam de construir com medo de não financiar seus imóveis, nossa luta sempre foi para que o normativo da CEF fosse revogado".

   O Presidente da ACCI falou ainda que os projetos apresentados junto a Prefeitura Municipal para pavimentação com recursos próprios da ACCI serão executados logo que estejam aprovados.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

CE: Caixa financia 50% a mais em habitação





No 1º semestre, o banco financiou R$ 558 milhões no Estado, contra R$ 371,8 milhões em igual período de 2010
A Caixa Econômica Federal informou ontem que encerrou o primeiro semestre deste ano tendo fechado 6.704 contratos habitacionais, totalizando R$ 558,6 milhões em financiamentos, no Ceará. O montante é 50% maior do que o contabilizado pelo banco em igual intervalo de 2010 (R$ 371,8 milhões).

Somente imóveis financiados com recursos da poupança, foram responsáveis por R$ 264,5 milhões dos valores contratados, o que representa um crescimento de 16% na utilização, em comparação com o primeiro semestre do último ano (R$ 227,7 milhões). Foram realizados 3.145 financiamentos.

Com dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) foram investidos R$ 144,4 milhões, o que significa 34% de aumento na aplicação em financiamentos e subsídios. Em 2010, haviam sido aplicados R$ 107,3 milhões nessa modalidade, representando 3.559 moradias financiadas.

Para o superintendente regional da Caixa em Fortaleza, Odilon Pires Soares, "o Nordeste e o Ceará tem apresentado um bom crescimento no volume de financiamento em virtude da expansão do PIB (Produto Interno Bruto) estadual e também pela interiorização do crédito imobiliário, em regiões como o Cariri, o Norte do Estado, a exemplo de Sobral e a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF)", comentou o representante da instituição financeira.

Minha Casa
Na segunda versão do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) já foram realizados R$ 12,6 bilhões em financiamentos, no Brasil.

No Ceará foram contratados pelo programa do Governo Federal R$ 1,3 bilhão, para construção de 24.409 moradias. Destas, no entanto, apenas 537 já foram entregues. A Caixa ainda tem R$ 39 bilhões disponíveis para emprestar para quem quiser comprar a casa própria até o fim do ano.

Dos R$ 84 bilhões previstos para serem destinados ao setor de habitação em 2011, R$ 45 bilhões já foram contratados até o início de agosto.

Mas, o dinheiro destinado para o financiamento de imóveis pode ser ainda maior, de acordo com o banco estatal. Como o movimento de contratação dos financiamentos costuma ser maior no segundo semestre, a previsão para o ano deve ser analisada nos próximos meses e pode chegar a R$ 90 bilhões. Essa seria a segunda revisão para cima do volume destinado ao financiamento feita pela Caixa.

No País
Em todo o País, foram liberados R$ 34,7 bilhões para habitação no intervalo entre janeiro e julho de 2011, valor 3,4% superior ao mesmo período de 2010. A Caixa registrou uma média de R$ 269,6 milhões e 3.889 contratos, ao dia, neste ano, sendo que 51% das famílias beneficiadas possuem renda de até 10 salários mínimos.

Minha casa Minha Vida
1,3 bilhão foi o valor investido na 2ª fase do Programa Minha Casa Minha Vida no Ceará. Os recursos foram para 24 mil moradias

FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

ACCI busca novas opções de financiamento junto a CEF

    
    No último dia 14/07/2001 a diretoria da ACCI recebeu em sua sede o gerente Geral da Caixa Econômica Federal (CEF), Gledison Custódio e o Tabelião da 1ª Zona Imobiliária de Iguatu, Expedito Assunção.
   
    Dentre os temas abordados foram tratados opções de financiamento em ruas onde não existe pavimentação, valor de avaliação de imóveis pela CEF e mudança na cobrança de registros cartorários em imóveis financiados pelo Programa Minha Casa Minha Vida.

    O gerente da CEF, Gledison Custódio falou sobre as taxas de juros praticadas pela modalidade de financiamento SBPE - Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, que variam em 7,9% a 8,5% ao ano e que pode ser uma saída para financiamentos em local onde ainda não existe pavimentação: "A contratação por esta modalidade de empréstimo vai depender do perfil do cliente de vocês" enfatizou Gladison. 
    
    Outro ponto abordado na reunião foi a avaliação de imóveis da CEF que na opinião dos construtores hoje é um entrave  para o financiamento haja visto que é bem abaixo do valor de mercado, segundo Gledison este valor está sendo revisto pela área de engenharia da CEF e se prontificou em cobrar que a atualização de valores seja efetuada com a maior brevidade possível.

   O tabelião da 1ª Zona Imobiliária de Iguatu fez uso da palavra enfatizando que os descontos que eram feitos anteriormente no programa minha casa minha vida não levavam em conta os custos dos cartórios e que a instituição era quem estava pagando a conta por uma benesse propiciada pelo governo, por isso foram modificados os descontos do programa minha casa minha vida  através da lei 12.924/2011.

    O presidente da ACCI, Elenilton Lopes agradeceu a presença dos convidados e enfatizou a importância da classe dos construtores estar sempre unida para através deste tipo de discussões atingir os seus objetivos.